A tatuagem é uma forma de expressão artística e pessoal cada vez mais comum, mas, por diferentes motivos, muitas pessoas decidem removê-la em algum momento da vida. Seja por arrependimento, questões profissionais ou estéticas, a remoção de tatuagem tornou-se uma demanda crescente nas clínicas dermatológicas.
Apesar dos avanços na tecnologia, o processo de remoção ainda exige cuidado e acompanhamento especializado. Em entrevista à Revista Marie Claire, a dermatologista Dra. Ana Carolina Sumam trouxe informações valiosas sobre como se preparar, quais são os riscos e quais cuidados devem ser tomados em cada etapa do procedimento.
Como funciona a remoção de tatuagem?
O método mais comum e eficaz atualmente é o uso de laser, especialmente os aparelhos do tipo Q-Switched ou picosegundo, que atuam fragmentando os pigmentos da tinta em partículas menores, facilitando sua eliminação pelo organismo. O número de sessões varia conforme a cor, profundidade, tamanho da tatuagem e tipo de pele.
Tons escuros como preto e azul são mais fáceis de remover, enquanto tintas vermelhas, amarelas ou verdes exigem mais sessões. Peles mais escuras também requerem atenção especial para evitar manchas ou hipopigmentação.
Antes do procedimento: preparação é fundamental
A Dra. Ana Carolina Sumam destaca que o primeiro passo é passar por uma avaliação dermatológica para analisar se o tipo de tatuagem e pele são adequados para o tratamento a laser. Nessa fase, é importante:
- Evitar exposição solar direta pelo menos 15 dias antes;
- Suspender o uso de autobronzeadores e alguns cosméticos com ácidos;
- Manter a pele bem hidratada e sem lesões na área da tatuagem.
Conclusão
Remover uma tatuagem com segurança exige mais do que tecnologia: requer planejamento, cuidado e acompanhamento profissional. Com orientação de especialistas como a Dra. Ana Carolina Sumam, o procedimento pode ser realizado de forma eficaz e com riscos minimizados.
Leia a matéria completa na Marie Claire com a Dra. Ana Carolina Sumam clicando nesse link.