Em um mundo cada vez mais acelerado, o estresse tornou-se um companheiro constante na rotina de muitas pessoas. Embora os impactos emocionais e mentais já sejam amplamente conhecidos, o que muita gente não sabe é que o estresse também deixa marcas visíveis na pele. As olheiras profundas, linhas de expressão, ressecamento e até acne podem ser manifestações do desequilíbrio emocional. Mas como isso acontece?
Em entrevista ao portal O Dia, a dermatologista Dra. Ana Carolina Sumam explicou os principais efeitos do estresse na saúde da pele e como é possível minimizar esses danos com uma rotina de autocuidado e apoio profissional.
A relação entre estresse e envelhecimento precoce
Quando estamos sob estresse, o organismo libera uma série de hormônios, sendo o principal deles o cortisol. Em níveis elevados e por períodos prolongados, o cortisol acelera o processo de glicação — uma reação que danifica as fibras de colágeno e elastina, essenciais para a firmeza e elasticidade da pele.
O resultado? Pele mais flácida, opaca e propensa à formação de rugas e linhas finas. Além disso, o estresse também diminui a barreira de proteção natural da pele, deixando-a mais suscetível a inflamações, alergias e infecções.
Problemas agravados pelo estresse
A Dra. Ana Carolina destaca que pacientes com condições dermatológicas crônicas, como rosácea, acne, dermatite atópica e psoríase, podem apresentar agravamento significativo durante períodos de estresse intenso. Isso ocorre porque o sistema imunológico é afetado, favorecendo processos inflamatórios e dificultando a regeneração da pele.
Outro problema comum é a queda capilar. Muitas pessoas notam um aumento expressivo na perda de fios após fases estressantes, o que está diretamente relacionado à disfunção hormonal desencadeada pelo estresse.
Conclusão
A pele é um espelho do nosso estado interno. Os efeitos do estresse vão além do emocional e se refletem diretamente na aparência. A boa notícia é que, com o acompanhamento de especialistas como a Dra. Ana Carolina Sumam e o cultivo do autocuidado, é possível reverter ou minimizar esses sinais e manter a pele saudável por mais tempo.
Leia a matéria completa com a Dra. Ana Carolina Sumam no portal O Dia clicando nesse link.